segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Johnny Cash - Hurt
I hurt myself today
to see if I still feel
I focus on the pain
the only thing that's real
the needle tears a hole
the old familiar sting
try to kill it all away
but I remember everything
what have I become?
my sweetest friend
everyone I know
goes away in the end
and you could have it all
my empire of dirt
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Até já
Sair de um hospital. De uma forma muito superficial não foge muito a sair de casa, sair de uma loja, sair de uma sala. Por outro lado pode representar muito na vida de uma pessoa. Para além disto é importante pensar sob dois - ou mais - pontos de vista. O paciente pode sentir-se feliz por finalmente conseguir voltar para a sua vida. Os visitantes - em particular familiares e amigos - podem sair desolados por uma dolorosa perda ou mesmo felizes por ter tudo acontecido da melhor forma possível. Na realidade há situações que ultrapassam a rotina que descrevi. Como por exemplo sair do Hospital depois de dar um abraço e um beijo sendo que ambas as pessoas têm plena consciência que pode ser o último. Mais uma vez há dois pontos de vista: o paciente que tem consciência que a operação do dia seguinte tem altas probabilidades de correr mal e a do visitante que se tem de manter firme e hirto para não mostrar tristeza num momento tão delicado, ter força para mais um feliz momento de humor e de sair do hospital com uma vontade imensa de voltar a entrar e dar mais um beijinho e um abraço.
O que vale é que nunca gostei nem me acreditei em probabilidades e estatística. Espero e acredito não estar enganado.
Boa Sorte. Força, Fé, Esperança e ..... vemo-nos daqui a umas horas! Até já!
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Mundo Imaginário
A sociedade actual atravessa uma clara, profunda e dramática crise de valores. A economia mundial atravessa uma fase que muitos consideram ser o caminho para uma nova economia, um novo modo de pensar, uma completa reformulação do pensamento económico contemporâneo. A corrupção e incapacidade dos políticos torna-se cada vez mais evidente excepto para aqueles que não querem ver a realidade de forma imparcial, sem interesses. A leitura de um simples jornal torna-se um verdadeiro atentado à paciência. Os políticos tentam iludir/enganar tudo e todos, o país vive constantemente acima das suas possibilidades, as prioridades perversas tornam-se entediantes. Sinceramente não acredito no futuro de Portugal. O cenário mediático criado nas campanhas eleitorais torna-se igualmente entediante. Os debates não passam de "mais do mesmo", a falta de capacidade e motivação dos candidatos é evidente sendo apenas necessário ligar a televisão ou ler uma página de jornal para imediatamente a desligar ou deitar ao lixo. As pessoas questionam-se como é que a população portuguesa consegue eleger um "vergonhoso" candidato X ou Y mas a realidade é que as alternativas..... não são alternativas. Os debates não passam de acusações entre candidatos, que em muitos casos não passam de teorias da conspiração. Por outro lado, todos sabemos que nos últimos anos o governo pouco ou nada tem acertado independentemente do caminho ter sido "politicamente correcto" ou "juridicamente ilegal". Porque não propor soluções? Porque não admitir que a entrada do FMI é inevitável? Não há dúvidas que a entrada do Fundo Monetário Internacional implica um período difícil para a vida dos portugueses. A verdade é que não tenho qualquer esperança que Portugal seja capaz de superar este momento crítico em que nos encontrámos "ligados às máquinas" sem a intervenção externa. A razão é mais uma vez a crise de valores, a atitude necessária que é contrária à atitude assumida por Presidente da República, Governo e a generalidade da população portuguesa.
Enquanto assim for cá estamos nós a viver num "Mundo Imaginário"a pensar que tudo vai acontecer naturalmente como nos filmes. O problema é que isso não vai acontecer sem que haja uma revolução de atitude, de pensamento, de costumes. Não me acredito mas a esperança é a última a morrer...
sábado, 15 de janeiro de 2011
2011 - Um Ano Novo
Ano novo. O mundo está diferente. A crise de valores é evidente. A crise de atitudes segue o mesmo caminho. O importante é abrir os olhos, ter personalidade e acima de tudo respeito. Nada acontece por acaso, alguém lá em cima sabe o que está a fazer. A injustiça é relativa, as aparências iludem e mesmo o mais evidente se torna impossível, surreal. A vida é assim. Há que aproveitar, viver os momentos e partilhá-los com quem merece. Família, AMIGOS e amigos. Os AMIGOS contam-se pelos dedos das mãos, amigos aparecem todos os dias, de diferentes formas, com diferentes objectivos. Mais um ano. Até já
Uma Série de Desgraças?
"Since we have been abroad we have missed you all so much. Certain events have compelled us to extend our travels. One day, where you're older, you will learn all about the people we've befriended and the dangers we have faced. At times the world can seem an unfriendly and sinister place, but believe us when we say there is much more good in it than bad. All you have to do is look hard enough. And what might seem to be a series of unfortunate events, may, in fact, be the first steps of a journey. We hope to have you back in our arms soon, darlings; but in case this letter arrives before our return, know that we love you. It fills us with pride to know that, no matter what happens in this life, you will take care of each other with kindness, and bravery and selflessness as you always have. And remember one thing my darlings and never forget it: that no matter where we are, know that as long as you have each other, you have your family and you are home!"
Lemony Snicket's A Series of Unfortunate Events (2004)
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